sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Noções de Direito


O que é Direito:

 Direito pode se referir à ciência do direito ou o conjunto de normas jurídicas vigentes em um país (direito objetivo). Também pode ter o sentido de íntegro, honrado. É aquilo que é justo, reto e conforme a lei. É ainda uma regalia, um privilégio, uma prerrogativa.

 O Direito, enquanto ciência, existe desde a Antiguidade e já foi pensado por diversos nomes da filosofia, tais quais Celso (“Direito é a arte do bom e do equitativo”), Dante Aliguieri (“Direito é a proporção real e pessoal de homem para homem que, conservada, conserva a sociedade e que, destruída, a destrói”) e Immanuel Kant (“Direito é o conjunto de condições, segundo as quais, o arbítrio de cada um pode coexistir com o arbítrio dos outros de acordo com uma lei geral de liberdade”).


Os princípios gerais do Direito são classificados como princípios monovalentes, ou seja, pressupostos que só valem no âmbito de determinada ciência, no caso, do Direito, segundo Miguel Reale em seu livro Lições preliminares de Direito. Para este autor, trata-se de enunciações normativas de valor genérico, que condicionam e orientam a compreensão do ordenamento jurídico em sua aplicação e integração ou mesmo para a elaboração de novas normas.
Os princípios gerais do direito são os alicerces do ordenamento jurídico, informando o sistema independentemente de estarem positivados em norma legal.
São exemplos:
  • Falar e não provar é o mesmo que não falar;
  • Ninguém pode causar dano, e quem causar terá que indenizar
  • Ninguém pode se beneficiar da própria torpeza;
  • Ninguém deve ser punido por seus pensamentos;
  • Ninguém é obrigado a citar os dispositivos legais nos quais ampara sua pretensão, pois se presume que o juiz os conheça;
  • Ninguém está obrigado ao impossível;
  • Não há crime sem lei anterior que o descreva;
  • Ninguém pode alienar mais direitos do que possui.


Princípios Jurídico-Constitucionais

São os princípios constitucionais gerais informadores da ordem jurídica nacional. São emanados das normas constitucionais, o que gera alguns desdobramentos como: o princípio da supremacia da Constituição Federal, o princípio da legalidade, o princípio da isonomia, dentre outros. Assim, a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 apresenta um conjunto de regras e princípios básicos essenciais ao cidadão:
  • Princípio da Legalidade;
  • Princípio da Liberdade;
  • Princípio da Igualdade;
  • Princípio da Ampla Defesa;
  • Princípio da Isonomia;
  • Princípio do Contraditório;
  • Princípio da Simetria;
  • Princípio da Propocionalidade da Lei.

Plebe Rude - Até Quando Esperar

"Até quando esperar a plebe ajoelhar 
Esperando a ajuda de um divino Deus"

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Economia - conceitos

Em resumo, educação financeira é a arte de dominar o dinheiro, tornando-se mais consciente de cada ação em relação a esse assunto.



...o especialista em educação financeira , trader da Bolsa de Valores e sócio fundador do Grupo The One, Uesley Lima, listou oito conceitos sobre finanças que podem ser ensinados a crianças de até 10 anos de idade, a fim de encaminhá-las para uma vida financeira saudável. Confira:

1 – Poupança

Procure ensinar as crianças a como poupar dinheiro tentando materializar o ato. Por exemplo: quando der um cofrinho para elas, ensine-as a separar o dinheiro e definir o destino para cada quantia. Assim, poderão entender que o dinheiro do ‘cofrinho 1’ é para um gasto imediato, e o do ‘cofrinho 2’ para algo mais específico.

2 – Crédito 

Para ensinar as crianças o que é empréstimo, procure fazer com que emprestem uma coisa e estipulem um prazo de entrega.  Para o especialista o ideal é que esse ato seja executado sempre de forma lúdica, frisando a importância de que o objeto emprestado deve ser devolvido no prazo e, caso haja algum atraso, haverá certo grau de ‘punição’. 

3 – Administração de recursos

Esse conceito é muito importante e está relacionado à poupança. Os pais já gastam dinheiro com as crianças, e com isso, é necessário trazer a elas a ideia da mesada e o que podem fazer com o dinheiro que irão receber. Desse modo, é possível que valores sejam desenvolvidos, além do ato de administrar os recursos que tem.

Planilha de custos
Receitas               Despesas

Total                  =

4 – Investimento

Mesmo não sendo uma tarefa fácil mostrar para os pequenos que o dinheiro evoluirá e que conseguirão economizar, procure introduzi-los no universo dos investimentos. Quando estiver lendo uma notícia, por exemplo, mostre e explique o que é uma ação, ou quando passar perto de uma grande empresa conte alguma curiosidade, como ‘você sabia que pode ser dono dessa empresa, comprando um ‘pedacinho’ dela?. Outra forma de instigá-los é usando objetos para ilustrar suas explicações.
5 – Preços
Toda vez que fizer uma compra cotidiana, mostre à criança o preço do produto adquirido. Diga que aquilo que está consumindo tem um valor e precisa ser pago. Talvez você possa pensar que é algo chato de ser feito, entretanto, Lima ressalta que é a partir de pequenas lições como essa, que se caminha para um controle orçamentário estável.

6 – Consumo

Como tirar o consumismo das crianças? De início é fundamental explicitar a elas o que é compulsão. Nesse caso, as propagandas da televisão servem como ótimas opções. Use o objeto principal da propaganda para demonstrar a ideia de compulsão e o que ela realmente precisa.

7 – Dinheiro

Outro ponto muito importante é ensinar o que é o dinheiro, a moeda e o cartão. Quanto a este último, busque mostrar que quando o cartão é passado na ‘maquinhinha’, determinada quantia sairá da sua conta. Inicialmente, busque familiarizá-las com esses conceitos.

8 – Renda

Segundo o especialista, desde a infância, você pode ensinar aos pequenos que, para ter dinheiro é preciso na idade adequada, trabalhar e empreender. Com isso, além de ajudá-la com a educação financeira, ainda pode contribuir com a exposição de diferentes profissões, consequentemente evidenciando que tal função lhe renderá dinheiro futuramente.



A Lei da Oferta e da Procura (Demanda) busca estabilizar a procura e a oferta de um determinado bem ou serviço. Oferta é a quantidade do produto disponível em mercado, enquanto procura é o interesse existente em relação ao mesmo. A oferta depende do preço, da quantidade, da tecnologia utilizada na fabricação entre outras coisas relacionadas aos produtos e serviços. A procura é influenciada pela preferência do consumidor final, a compatibilidade entre preço e qualidade e a facilidade de compra do produto.

O fator determinante para a procura de um determinado bem ou serviço deixou de ser o preço, pois o mesmo sofre alterações por causa de qualquer desequilíbrio entre a oferta e a procura. Dessa forma, pode-se dizer que o preço de algo é determinado pelo próprio consumidor, pois quando esses passam a buscar mais um produto qualquer, o produtor eleva o seu preço, fazendo com que o consumidor pague mais se deseja adquirir o mesmo. Em contrapartida, quando um produto não é mais procurado o produtor é estimulado a deixar de produzi-lo para que não tenha despesas em relação à oferta sem demanda.

O preço de um bem ou serviço é fixado levando em consideração a relação entre a procura e a necessidade do consumidor final e, ainda, os custos gerados na fabricação e o tempo gasto em sua produção. Os fatores que influenciam o consumidor final a procurar um determinado produto são as necessidades em relação ao mesmo, o poder de compra, a concorrência, a qualidade, a satisfação do cliente entre outros

Mão invisível foi um termo introduzido por Adam Smith em A Riqueza das Nações para descrever como, numa economia de mercado, apesar da inexistência de uma entidade coordenadora do interesse comunal, a interação dos indivíduos parece resultar numa determinada ordem, como se houvesse uma "mão invisível" que orientasse a economia. A "mão invisível" a qual o filósofo iluminista mencionava fazia menção ao que hoje chamamos de "oferta e procura".

A Mais-Valia de Karl Marx
...
Em outros termos, a mais valia significa a diferença entre o valor produzido pelo trabalho e o salário pago ao trabalhador. É, portanto, a base de exploração do sistema capitalista sobre o trabalhador.




Economia Pública e Privada

Economia pública é parte integrante da economia que lida com a actividade económica e financiamento que corresponde a uma administração pública.

Denomina-se iniciativa privada o conjunto de atividades e organizaçõesconstituídas sem participação do setor público. Embora seja um pilar da ordem econômica capitalista, nem sempre a iniciativa privada terá como finalidade o lucro, não se restringindo apenas a atividades econômicas.


Dinâmica dos setores da economia

A economia apresenta uma dinâmica muito complexa, com diversas atividades que se interligam para a realização da produção e a arrecadação nos diferentes tipos de atividade. Para fins de facilitar os estudos e auxiliar no ensino de economia, dividiram-se as atividades em três setores da economiadistintos: primário, secundário e terciário.
Setor primário: é o setor responsável pela produção de alimentos e matérias-primas, engloba a produção agrícola, a exploração dos recursos naturais, como a mineração, bem como a caça e a pesca.
Setor secundário: é o setor caracterizado pela produção industrial, bem como a construção civil e a produção de energia.

Setor terciário: é o setor mais amplo da economia atualmente, é caracterizado pelas atividades comerciais e pelas prestações de serviço (educação, comunicação, transporte, finanças, saúde, lazer, administração pública, entre outros).



Casinha de Sapê - Hyldon

"Jogue suas mãos para o céu e agradeça se acaso tiver
Alguém que você gostaria que estivesse sempre com você"

Where is the love- The black eyed peas