quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Premissa Filosófica

Um argumento defendendo o argumento maior, nesse caso um argumento filosófico e pode ter uma ou mais premissas cada argumento.

Grupo: Henrique, Luiz Felipe, Rafael, Camila

Tese Científica

Todo ser humano tem uma forma divergente de utilizar a capacidade da mente, alguns deixam que a fé os guie já outros seguem o racionalismo

Grupo: Beatriz, Júlia, Carla, Luiza.

terça-feira, 1 de setembro de 2015

Crítica

Opine de forma embasada e apoiada na comparação a outras obras similares sobre as músicas sugeridas em sala de aula.
Trabalho para 03/09, individual e no caderno.

Sugestões: Learn on - DJ Snake;
                  Good Fellings - Flo Rida;
                  Pop Songs - Mika;
                  Tempo perdido - Legião Urbana e
                   Worth it - Five Harmoy.

Tarefa para casa

Crie um exemplo, segundo a conceituação deste link, de um tipo de pensamento.

Mítico - Clara, Manoela, Gabriela e Sofia;
Religioso - Felipe, João Pedro, Bernardo e Matheus;
Filosófico - Luiz, Henrique, Camila e Rafael;
Científico - Luíza, Carla, Beatriz e Julia.

Formato: escrito, para postagem no blog, em grupo e criado originalmente.
                para 03/09.


Utopia

Utopia é a ideia de civilização ideal, fantástica, imaginária. É um sistema ou plano que parece irrealizável, é uma fantasia, um devaneio, uma ilusão, um sonho. Do grego “ou+topos” que significa “lugar que não existe”.
No sentido geral, o termo é usado para denominar construções imaginárias de sociedades perfeitas, de acordo com os princípios filosóficos de seus idealizadores. No sentido mais limitado, significa toda doutrina social que aspira a uma transformação da ordem social existente, de acordo com os interesses de determinados grupos ou classes sociais.
Utopia foi um país imaginário, criação de Thomas Morus, escritor inglês (1480-1535), onde um governo, organizado da melhor maneira, proporciona ótimas condições de vida a um povo equilibrado e feliz.
Para Thomas More, utopia era uma sociedade organizada de forma racional, as casas e bens seriam de todas as pessoas, que passariam seu tempo livre envolvidos com leitura e arte, não seriam enviados para a guerra, a não ser em caso extremo, assim esta sociedade viveria em paz e em plena harmonia de interesses.
Fonte 
Baixe Utopia, de Thomas Morus

Tipos de Conhecimento

Conhecimento mítico
Se não tem tu vai tu mesmo, já dizia a sabedoria popular. O mito é a primeira forma de explicar sobre as coisas que existem que a humanidade teve, não tinha concorrência. Era o que podia se dizer sobre a realidade sem usar as "ferramentas" da razão. E alguém pergunta "mas... como eles podiam acreditar nisso?" Realmente colocando dessa forma, olhando de cima para baixo (e de cima eu não quero supor qualquer superioridade, só nos coloco sobre as costas desses gigantes do passado) fica difícil engolir a explicação mítica, mas eu quero ver você explicar alguma coisa sem usar o discurso filosófico-científico de hoje. Vale lembrar que o cristianismo passou por um processo longo de racionalização na Idade Média e muitas das suas explicações são não apenas mitológicas mas filosóficas.

... trataremos o "mito" como uma forma de conhecimento que tem características muito particulares e que pode ser encontrado tanto na formação das civilizações (comunidades tribais) como na atualidade. Em caráter didático comecemos pelas narrativas mitológicas gregas, onde percebemos tanto o caráter dogmático e coletivo do conhecimento mítico como algumas peculiaridades que favorecerão a gênese da filosofia. Mais para frente na história do pensamento ocidental o cristianismo vai ser declarado como religião oficial no Império Romano e o discurso da cultura hebraica passará a ser o dominante.
Conhecimento Religioso

O Conhecimento Religioso é formado de proposições doutrinais reveladas de uma forma divina.
As características do Conhecimento Religioso são:
- Valorativo: Pois consiste em proposições e crenças definidas por diferentes doutrinas religiosas.
- Inspiracional: Pois suas verdades foram reveladas pelo sobrenatural.
- Infalível e Exato: Pois não existe modo de provar e desta forma se torna inviável o questionamento em base real.
- Sistemático: Baseado em afirmações sobre (origem, significado, finalidade e destino) como obra de um criador divino.
- Não Verificável: Pois não se tem provas.
Conhecimento filosófico
O conhecimento filosófico é racional. Baseia-se na especulação em torno do real, tendo como objeto a busca da verdade. Por isso, diz-se que é uma atitude. Ele é sistemático, mas não experimental. Vai à raiz das coisas e é produzido segundo o rigor lógico que a razão exige de um conhecimento que se quer buscando a verdade do existente.
Nessa busca, o conhecimento filosófico busca os "porquês" de tudo o que existe. É ativo, pois coloca o humano em busca de respostas para as inúmeras perguntas que ele próprio pode formular. Exemplos: Quem é o homem? De onde ele veio? Para onde ele vai? Qual é o valor da vida humana? O que é o tempo? O que é o sentido da vida?
Conhecimento científico
Semelhantemente ao conhecimento filosófico, o saber científico também é racional e é produzido mediante a investigação da realidade, seja por meio de experimentos seja por meio da busca do entendimento lógico de fatos, fenômenos, relações, coisas, seres e acontecimentos que ocorrem na realidade cósmica, humana e natural.
Trata-se de um conhecimento que é sistemático, metódico e que não é realizado de maneira espontânea, intuitiva, baseada na fé ou simplesmente na lógica racional. Ele prevê, ainda, experimentação, validação e comprovação daquilo a que chega a título de representação do real. Mediante as leis a que chega, o conhecimento científico possibilita ao ser humano elaborar instrumentos os quais são utilizados para intervir na realidade e transformá-la para melhor ou para pior.


Legião Urbana - Tempo Perdido